1. A AUTORIA E A INSPIRAÇÃO DA BÍBLIA.
A Bíblia é tanto um livro divino
como humano. É um livro divino porque foi inspirado por Deus; e é um livro
humano porque o Espírito Santo usou alguns homens para escrevê-la. Há duas
passagens principais na Escritura que nos mostram o que Bíblia diz sobre si mesma: 2Tm 3.16 e 2Pe
1.20,21.
Paulo em 2Tm 3.16 diz que toda
Escritura é inspirada por Deus. Isto significa que Deus é tanto o autor da
Bíblia bem como sua fonte. Em 2Pe 1.20,21, o apóstolo Pedro diz que o Espírito
Santo moveu homens para escrever a Escritura.[1]
Portanto, é correto afirmar que a Bíblia é de autoria divino. Deus é seu autor.
O Espírito Santo inspirou cerca de
40 autores de tempos e épocas diferentes. Estes homens tinham temperamentos
diversos, profissões diferentes, lugares diferentes, escreveram em línguas
diferentes etc. dentre as profissões temos autores que foram reis (Davi e
Salomão), poetas (Davi, Salomão Moisés), boiadeiro (Amós), médico (Lucas),
coletores de impostos (Mateus),
pescadores (Pedro), fabricante de tendas (Paulo), escriba (Esdras) etc. É
interessante ressaltar que Deus não alterou a personalidade de nenhum deles,
antes as usou para seus propósitos.[2]
2. A DATA DE COMPOSIÇÃO DA BÍBLIA.
Ao contrário do que muitos pensam a
Bíblia não é o livro mais antigo do mundo, apesar dela ser bem antiga. A
escrita surgiu na Suméria por volta do ano 3.000 a.C. O texto inspirado do
Antigo Testamento passou a ser escrito depois desse período.
A Bíblia inteira levou 1600 anos
para ser escrita. Sua primeira parte (o Antigo Testamento) começou a ser
escrita por volta de 1500 a.C. A última parte da Bíblia (o Novo Testamento)
teve seu último livro escrito por João (Apocalipse) por volta do ano 100 d.C.
3. AS LÍNGUAS ORIGINAIS DA BÍBLIA.
A Bíblia foi escrita em três
idiomas: Hebraico, Aramaico e Grego. O Antigo Testamento foi escrito em
hebraico e aramaico e o Novo Testamento em grego.[3]
3.1. Os idiomas do Antigo Testamento.
O Antigo Testamento é um documento
bilíngue, pois foi escrito em Hebraico e aramaico. O hebraico é uma língua
semita (de Sem, o filho mais velho de Noé). Seu alfabeto possui 22 letras
consoantes e as vogais existem apenas na fala. Comparado com o português, o
hebraico parece ser menos abstrato. As figuras são extraídas da vida diária.
Algumas metáforas empregam imagens humanas para coisas (as águas “andam” [i.e.,
“movem-se”]) e para Deus (Deus “se arrepende”).[4]
Por muito tempo foi considerada a língua original da humanidade. Mas pesquisas
no campo da Linguística já descartaram essa hipótese. Os judeus consideram-na
uma língua sagrada e boa parte dos cristãos também a veem desse modo.
O outro idioma do Antigo Testamento
foi o aramaico. O idioma aramaico possui estreita associação com o hebraico,
mas não se originou dele.[5]
Ambos os idiomas pertence ao mesmo tronco linguístico (família de idiomas). Os
textos do Antigo Testamento escritos em aramaico são: Dn 2.4-7.28 (o maior
trecho do AT em aramaico); Ed 4.8-6.18; 7.12-28; Jr 10.11; duas palavras em Gn
31.47.[6]
Para título de curiosidade,
colocaremos um texto em hebraico tirado de Gn 1.1 para que você tenha noção do
texto hebraico original:[7]
:¦årA'Ah tE'Ìw £ÇyamAKHah tE' £yihÈlé' 'ßrAÐb tyiH'ãrüÐb
¦årA'Ah
|
tE'Ìw
|
£ÇyamAKHah
|
tE'
|
£yihÈlé'
|
'ßrAÐb
|
tyiH'ãrüÐb
|
ha-aréts
|
vê-êth
|
ha-shamyim
|
eth
|
elohim
|
bará
|
Berêshith
|
A
terra
|
E
|
Os
céus
|
(não
se traduz)
|
Deu
|
[ele]
criou
|
No
princípio
|
3.2. O idioma do Novo Testamento.
O Novo Testamento foi escrito em uma
única língua: o grego. No período do Novo Testamento o grego era o idioma
universal tal qual é o inglês em nossos dias. A língua grega é um idioma
pré-histórico. Na época do Novo
Testamento o dialeto grego mais usado era o koinê (koinh), palavra que significa comum.
Esse era o dialeto mais comum do idioma e era fácil de ser aprendido. Por todo
o vasto império grego e romano era possível se comunicar com qualquer pessoa
usando esse dialeto. Esse fator foi crucial para a transmissão do texto grego
original do Novo Testamento.[8]
Veja o texto de Jo 1.1 em grego para
que você tenha noção do texto original do Novo Testamento:[9]
vEn avrch/| h=n o´´`` lo,goçj, kai. o`` lo,goj h=n pro.j to.n qeo.n, kai. qeo.j h=n o`` lo,goj.
vEn
|
avrch
|
h=n
|
o``
|
lo,goçj
|
kai.
|
o``
|
lo,goj
|
h=n
|
pro.j
|
en
|
arquê
|
en
|
ho
|
lógos
|
kái
|
ho
|
lógos
|
en
|
prós
|
Em,
no
|
princípio
|
era
|
o
|
Verbo/Palavra
|
e
|
o
|
Verbo
|
estava
|
com
|
to.n
|
qeo.n
|
kai.
|
qeo.j
|
h=n
|
o``
|
lo,goj
|
Ton
|
theon
|
kái
|
Theos
|
en
|
ho
|
Logos
|
O
|
Deus
|
e
|
Deus
|
era
|
o
|
Verbo
|
4. OS NOMES DA BÍBLIA.
A Bíblia é conhecida por diversos
nomes. Alguns são tirados da própria Bíblia, outros são de origens externas.
4.1. Nomes externos.
Estes são nomes que não estão dentro
das páginas da Bíblia, mas que são largamente usados. Eles são usados do que os
nomes internos.
4.1.1. Bíblia.
Este nome foi atribuído à Escritura
por João Crisóstomo, patriarca de Constantinopla, no séc. IV.[10] A
palavra bíblia é oriunda do latim, proveniente da palavra grega biblia
(livros). O vocábulo grego biblion (do qual bíblia é plural) é o
diminutivo de biblos, que se refere a qualquer documento escrito, mas
originalmente aquele que foi escrito em papiro.[11]
4.1.2. Testamento.
A palavra “testamento” remonta
através do latim testamentum ao termo grego diathéke (diaqh,kh), o qual na maioria de suas
ocorrências na Bíblia grega significa “concerto” em vez de “testamento”. Em Jr
31.31 foi profetizado uma nova aliança que iria substituir aquela que Deus fez
com seu povo no deserto (cf. Êx 24.7,8). Os escritores do Novo Testamento veem o
cumprimento da profecia da nova aliança na nova ordem inaugurada pela obra de
Deus. confira o texto de Hb 8.6-13. As palavras de Cristo ao instituir esse
concerto em 1Co 11.25 dão autoridade a esta interpretação.[12]
4.2. Nomes internos.
Estes são os nomes que estão inseridos no texto bíblico.[13]
- 1. Palavra de Deus – Hb 4.12.
- 2. A Escritura de Deus – Êx 32.16.
- 3. As sagradas letras – 2Tm 3.15.
- 4. A lei – Mt 12.5.
- 5. A Escritura da verdade – Dn 10.21.
- 6. As palavras vivas – At 7.38.
- 7. Escrituras – Mt 21.42.
- 8. Sagradas Escrituras – Rm 1.2.
- 9. Livro do Senhor – Is 34.16.
- 10. Oráculos de Deus – Rm 3.2.
5. A ESTRUTURA DA BÍBLIA.
Sabemos que a Bíblia é composta por
66 livros que são divididos em dois grandes blocos: Antigo e Novo Testamento. Chamamos
este conjunto de 66 livros de cânon. A palavra cânon vem da língua grega
kanw/n
(Kanon) e significa regra, padrão, vara
de medir. Esta palavra grega se originou do vocábulo hebraico henAq (qaneh) que significa junco, haste, vara
de medir, cana (como unidade de medida equivalente a seis côvados). [14]
Esta palavra passou a ser usada para o texto bíblico em meados do século IV. O
sentido é que a bíblia é a “regra” dos cristãos, é através dela que tudo o mais
deve ser medido e julgado.[15]
5.1. O cânon do Antigo Testamento.
O Antigo Testamento possui 39 livros
e é dividido em 4 blocos: Pentateuco, Livros Históricos, Livros Poéticos e
Livros Proféticos.[16]
A
classificação dos livros do AT, por assunto, vem da versão Septuaginta, através
da Vulgata,[17] e não leva em conta a ordem cronológica dos livros, o que,
para o leitor menos avisado, dá lugar a não pouca confusão, quando procura
agrupar os assuntos cronologicamente. Na Bíblia hebraica (que é o nosso AT), a
divisão dos livros é bem diferente.
5.1.1. Pentateuco.
Esta seção é chamada de Lei na Bíblia. Ela compreende os
livros de Gênesis a Deuteronômio. A palavra Pentateuco significa “cinco
livros”. Esses livros tratam da origem de todas as coisas, da Lei, e do
estabelecimento da nação israelita.
1
|
GÊNESIS
|
2
|
ÊXODO
|
3
|
LEVÍTICO
|
4
|
NÚMEROS
|
5
|
DEUTERONÔMIO
|
5.1.2.
Livros Históricos.
São 12 livros: de Josué a Ester.
Ocupam-se da história de Israel nos seus vários períodos: a) Teocracia, sob
os juízes, b) Monarquia, sob Saul, Davi e Salomão, c) Divisão do
reino e cativeiro, contendo o relato dos reinos de Judá e Israel, este
levado em cativeiro para a Assíria, e aquele para Babilônia, d) Pós-cativeiro,
sob Zorobabel, Esdras e Neemias, em conjunto com os profetas
contemporâneos.
1
|
JOSUÉ
|
7
|
2 REIS
|
2
|
JUÍZES
|
8
|
1 CRÔNICAS
|
3
|
RUTE
|
9
|
2 CRÔNICAS
|
4
|
1 SAMUEL
|
10
|
ESDRAS
|
5
|
2 SAMUEL
|
11
|
NEEMIAS
|
6
|
1 REIS
|
12
|
ESTER
|
5.1.3.
Livros Poéticos.
São
5 livros: de Jó a Cantares de Salomão. São chamados poéticos, não porque são
cheios de imaginação e fantasia, mas devido ao gênero do seu conteúdo.
1
|
JÓ
|
2
|
SALMOS
|
3
|
PROVÉRBIOS
|
4
|
ECLESIÁSTES
|
5
|
CÂNTICO DOS CÂNTICOS
|
5.1.4.
Livros Proféticos.
São
17 livros: de Isaías a Malaquias. Estão subdivididos em Profetas Maiores e
Profetas Menores.
5.1.4.1.
Profetas Maiores.
São os
livros de Isaías a Daniel (5 livros). Recebem este nome por causa do tamanho de
suas obras.
1
|
ISAÍAS
|
2
|
JEREMIAS
|
3
|
LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS
|
4
|
EZEQUIEL
|
5
|
DANIEL
|
5.1.4.2.
Profetas Menores.
Esta subdivisão diz respeito aos
livros de Oseias a Malaquias (12 livros).
1
|
OSEIAS
|
7
|
NAUM
|
2
|
JOEL
|
8
|
HABACUQUE
|
3
|
AMOS
|
9
|
SOFONIAS
|
4
|
OBADIAS
|
10
|
AGEU
|
5
|
JONAS
|
11
|
ZACARIAS
|
6
|
MIQUEIAS
|
12
|
MALAQUIAS
|
5.2.
O cânon do Novo Testamento.
O
cânon do Novo Testamento possui 27 livros e é dividido em 4 blocos: Narrativa,
História, Epístolas, Profecia.[18]
5.2.1.
Narrativa.
São
os 4 Evangelhos. São os 4 Evangelhos. Descrevem a vida terrena do Senhor Jesus
e seu glorioso ministério. Os três primeiros são chamados Sinópticos, devido a
certo paralelismo que têm entre si. O termo sinótico indica que eles são mais
bem compreendidos quando estudados juntos. Realizando uma leitura casual dos
quatros primeiros livros do Novo Testamento veremos que os três primeiros têm
muita coisa em comum. Os Evangelhos são os livros mais importantes da Bíblia.
Todos os que os precedem tratam da preparação para a manifestação de Jesus
Cristo, e os que se lhes seguem são explicações da doutrina de Cristo.
1
|
EVANGELHO DE MATEUS
|
2
|
EVANGELHODE MARCOS
|
3
|
EVANGELHO DE LUCAS
|
4
|
EVANGELHO DE JOÃO
|
5.2.2.
História.
É
o livro de Atos dos Apóstolos. Registra a história da igreja primitiva, seu
viver, a propagação do Evangelho; tudo através do Espírito Santo, conforme
Jesus prometera.
1
|
ATOS DOS APÓSTOLOS
|
5.2.3.
Epístolas.
São 21 as epístolas ou cartas. São as cartas de Romanos a
Judas. Contêm a doutrina da Igreja.
5.2.3.1.
Escritas para igrejas.
Há 9 cartas no Novo Testamento endereçadas para algumas
igrejas. Todas elas foram escritas por Paulo.
1
|
ROMANOS
|
4
|
GÁLATAS
|
7
|
COLOSSENSES
|
2
|
1CORÍNTIOS
|
5
|
EFÉSIOS
|
8
|
1TESSALONICENSES
|
3
|
2CORÍNTIOS
|
6
|
FILIPENSES
|
9
|
2TESSALONICENSES
|
5.2.3.2.
Escrita para indivíduos.
Quatro
cartas do Novo Testamento foram endereçadas a indivíduos.
1
|
1 TIMÓTEO
|
3
|
TITO
|
2
|
2 TIMÓTEO
|
4
|
FILEMOM
|
5.2.3.3.
Escrita para os cristãos hebreus.
A
Carta aos Hebreus tem como objetivo mostrar que todas as profecias, tipos e
objetos do judaísmo se cumpriram em Cristo.
1
|
CARTA AOS HEBREUS
|
5.2.3.4.
Escrita para todos os cristãos.
As
últimas sete são também chamadas universais, católicas ou gerais.
1
|
TIAGO
|
5
|
2
JOÃO
|
2
|
1
PEDRO
|
6
|
3
JOÃO
|
3
|
2
PEDRO
|
7
|
JUDAS
|
4
|
1
JOÃO
|
5.2.4.
Profecia.
É o livro
de Apocalipse ou Revelação. Trata da volta pessoal do Senhor Jesus à Terra e
das coisas que precederão esse glorioso evento. Nesse livro vemos o Senhor
Jesus vindo com seus santos para: a) destruir o poder gentílico mundial sob o
reinado da Besta; b) livrar Israel, que estará no centro da Grande Tribulação;
c) julgar as nações; e d) estabelecer o seu reino milenar.
1
|
APOCALIPSE
|
Você pode fazer o download deste estudo aqui.
BIBLIOGRAFIA.
1. Teologia Sistemática.
GEISLER, Norman
L. (2010) Teologia Sistemática: introdução à teologia. Rio de Janeiro:
CPAD.
GRUDEM, Wayne
A. (1999) Teologia sistemática. São Paulo: Vida Nova.
2.
Introdução à Bíblia.
COMFORT, Wesley
Philip (ed.) (1998) Origem e Autenticidade da Bíblia. Rio de Janeiro:
CPAD
GEISLER, Norman
L; NIX, William E. (1997) Introdução Bíblica: como a Bíblia chegou até nós. São
Paulo, SP: Vida.
GOMES, Samuel
S. (2014). A estrutura da Bíblia. São Paulo: STE Publicações.
MEIN, John.
(1990) A Bíblia e como ela chegou até nós. 8ª ed. Rio de Janeiro: JUERP.
SILVA, Antônio
Gilberto da. (2004) A Bíblia através dos séculos: uma introdução. 15ª
ed. Rio de Janeiro: CPAD.
3.
Dicionário Bíblico e outros.
GOMES, Samuel
S. (2013). A palavra cânon e seu uso no novo testamento. São Paulo: STE
Publicações.
WILLIAMS, Derek
4. Edição da
Bíblia Hebraica.
ELLIGER, Karl;
RUDOLPH, Wilhelm (eds.) (1997) Mybwtkw My'ybn hrwt - Biblia Hebraica
Stuttgartensia. 5 ed. Stuttgart: Deutsche
Bibelgesellschaft.
5. Edição do
Novo Testamento em Grego.
SAYÃO, L. A. T.
(ed.) (1998) Novo Testamento trilíngue: Grego, Português e Inglês. São
Paulo: Vida.
6.
Dicionários de línguas bíblicas.
GINGRICH, F. Wilbur; DANKER, Frederick W. (2012) Léxico
do Novo Testamento grego - português. São Paulo: Vida Nova.
MITCHEL, Larry A.; PINTO, Carlos O. C; METZGER, Bruce M. (2002) Pequeno
Dicionário de
Língua
Bíblicas: Hebraico e Grego. São Paulo: Vida Nova.
[1]
Geisler, 2010, p. 213,214; Silva, 2004, p. 19.
[2]
Mein, 1990, p.16-17.
[3]
Ibid., p. 10-11; Geisler, Nix, 1997, p. 129-131.
[4]
Williams (ed.), 2000, p. 18.
[5]
Ibid., p. 19.
[6]
Neste texto temos uma conversa entre Jacó e seu sogro Labão. Jacó atribui um
nome em hebraico para o “montão de pedras” (Gn 31.46) ao qual chamou “Galeede”.
Labão deu ao montão de pedras um nome em aramaico, “jegar-Saaduta”. Embora os
nomes sejam em línguas diferentes o significado é o mesmo: “monte de
testemunho”.
[7]
Elliger, Rudolph (eds.), 1997, p. 2.
[8]
Williams (ed.), 2000, p. 257, 258. Para mais informações sobre as línguas da
Bíblia, visitar o site do prof. Dr. Edson de Faria Francisco. Em seu site
há vários estudos sobre língua hebraica, aramaica e grega. Disponível em http://bibliahebraica.com.br/?p=96.
Acesso em 03/06/2016.
[9]
Sayão (ed.), 1998, p. 251.
[10]
Silva, 2004, p. 10; Mein, 1990, p. 12.
[11]
Comfort (ed.), 1998, p. 13.
[12]
Comfort (ed.), 1998, p. 15; Geisler, Nix, 1997, p. 6; Gingrich, Danker, 2012,
p. 53; Mitchel, Pinto, Metzger, 2002, p. 80.
[13]
Mein, 1990, p. 12.
[14]
Gomes, 2013, p. 1.
[15]
Geisler, Nix, op. cit., p. 63.
[16]
Gmes, 2014, p. 3,4.
[17]
Septuaginta: tradução do Antigo Testamento para a língua grega, entre os
séculos III e I a.C., na cidade de
Alexandria, no Egito. Vulgata: tradução da Bíblia para
a língua latina.
[18]
Gomes, 2014, p. 4-6.

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